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Por que alguns chefões do Vale do Silício rejeitam previsão de que IA pode extinguir a humanidade

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Logotipo da Anthropic em azul sobre uma superfície plana, com botões e mostradores azuis ao fundo.

Crédito, Reuters

Legenda da foto, Funcionário da Anthropic fez alerta após pedir demissão

    • Author, Lily Jamali
    • Role, BBC News em San Francisco
  • Published

  • Tempo de leitura: 5 min

Todos os anos, em setembro, a nata de executivos do Vale do Silício se reúne no Palace Hotel de San Francisco para atrair investidores durante uma conferência organizada pelo banco de investimentos Goldman Sachs.

Na última semana, o mundo da inteligência artificial repercutiu as declarações do pesquisador Jacob Coxon após pedir demissão da empresa Anthropic.

O britânico de 27 anos, que trabalhou na OpenAI antes de se juntar à sua principal concorrente, disse na terça-feira (08/09) que as pessoas que trabalham no desenvolvimento da IA sabem da possibilidade de destruição da humanidade.

Eles estão “jogando com as nossas vidas”, disse Coxon. “Em breve teremos sistemas sobrehumanos capazes de hackear qualquer coisa”.

Coxon não é o primeiro especialista em IA a fazer alertas públicos do tipo. Nos últimos anos, funcionários de alto nível tanto da Anthropic quanto da OpenAI pediram demissão devido a preocupações com a segurança dos sistemas.

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