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O que se sabe sobre suposto estupro coletivo de estudante em uma fraternidade da Universidade Cornell

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Estudantes caminham pelo Arts Quad, no campus da Universidade Cornell, em Ithaca, nos EUA, na terça-feira, 11 de abril de 2023.

Legenda da foto, Cornell, em Ithaca, no Estado de Nova York, é uma universidade americana de elite

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Promotores do Estado de Nova York reabriram uma investigação sobre o suposto estupro de uma mulher na Universidade Cornell em 2024.

A mulher entrou com uma ação civil contra a universidade — uma das mais prestigiosas dos EUA — em 16 de setembro, alegando que foi dopada e estuprada em uma casa de fraternidade da universidade. Casas de fraternidades são residências geridas por organizações sociais estudantis — fraternidades, para homens, ou sororidades, para mulheres — bastante comuns em universidades americanas.

Ela também alegou que Cornell não a protegeu nem puniu adequadamente os homens envolvidos.

Os homens foram apelidados de “Cornell Seven”, e a mulher foi identificada como Jane Doe (nome fictício usado nos EUA pelas autoridades para se referir a uma mulher cuja identidade real é desconhecida ou precisa ser mantida em sigilo) nos documentos judiciais.

Cornell afirmou que apoia levar o caso a um grande júri, mas rejeitou as alegações de que não puniu os envolvidos. A universidade também concordou que o caso seja analisado por um investigador independente.

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