“Ele fala que mulher que debate com homem tem que apanhar. Aí eu debatia com ele, ele falava assim: ‘Vou contar até três: um, dois, três’. Se eu continuasse falando, ele me castigava e me batia. Eu ficava quieta para ele não me ‘judiar’, porque a menina estava do lado, para ela não escutar, porque eu estava temendo a minha vida e a dela”, detalhou a vítima.