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‘Como um câncer’: como a imprensa internacional noticiou a proibição das bets por Lula

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A proibição das bets foi notícia em agências e jornais estrangeiros

Legenda da foto, A proibição das bets foi notícia em agências e jornais estrangeiros

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Agências e jornais dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França destacaram o peso eleitoral da medida, o endividamento das famílias e o impacto sobre o futebol brasileiro.

Horas antes do anúncio, a agência Bloomberg já antecipava a decisão e a colocava no centro da disputa eleitoral. Em reportagem intitulada originalmente “Com dívidas esmagando eleitores, Lula pinta as apostas online como vilãs”, a agência afirmou que Lula vinha atacando as apostas online em comício após comício, acusando-as de esvaziar os orçamentos das famílias e de enfraquecer o consumo que impulsionou o crescimento econômico em seus governos.

Com a eleição a poucos dias e a disputa empatada nas pesquisas, escreveu a agência, o presidente estava “transformando retórica em política”.

A Bloomberg também informou, com base em duas fontes, que Lula assinaria no mesmo dia uma segunda MP, voltada à renegociação de dívidas de pessoas físicas.

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