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Nossa Senhora Aparecida: o que é a CNBB, criticada por Flávio Bolsonaro

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Papa Francisco e Jaime Spengler.

Legenda da foto, Jaime Spengler (à direita na foto), presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e o papa Francisco

    • Author, Edison Veiga
    • Role, De Bled (Eslovênia) para BBC News Brasil
  • Published

  • Tempo de leitura: 9 min

No início dos anos 1950, o padre italiano Giovanni Maria Montini (1897-1978) — que ainda não era nem bispo nem cardeal, mas já trabalhava na Cúria Romana —passou a incentivar que os bispos de cada país se organizassem em entidades, a fim de discutirem os problemas locais e, juntos, pudessem traçar programas de ações pastorais.

Organizações assim também teriam um papel facilitador: por meio dela, ficaria mais fácil a comunicação das comunidades católicas com a cúpula do Vaticano.

Em janeiro de 1952 seria criada a Conferência Episcopal Italiana. O modelo se espalharia pelo mundo. Em outubro daquele mesmo ano, foi fundado no Rio de Janeiro, então capital federal, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A instituição foi criticada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República. O senador disse que a CNBB tem envolvimento nos posts que circulam nas redes sociais dizendo que ele retiraria o papel de Nossa Senhora Aparecida de padroeira do Brasil.

“O PT já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news, conseguiu com ajuda de gente dentro da CNBB. Infelizmente”, afirmou Flávio em visita a Aracajú neste domingo (28/09), segundo o portal G1.

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