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Por que Cármen Lúcia e Fachin devem ser cruciais para o futuro de Alexandre de Moraes no STF

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Cármen Lúcia durante julgamento do STF, ao lado de Nunes Marques e Cristiano Zanin

Crédito, Antonio Augusto/STF

    • Author, Mariana Schreiber
    • Role, Da BBC News Brasil em Brasília
  • Published

  • Tempo de leitura: 6 min

Com a percepção de que se formaram duas alas antagônicas no Supremo Tribunal Federal (STF), os ministros Cármen Lúcia e Edson Fachin, atual presidente da Corte, são vistos como votos determinantes para o desfecho do julgamento que analisará as interações suspeitas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso com acusações de fraudes bilionárias no Banco Master.

A sessão extraordinária para deliberar o caso foi convocada para a manhã de terça-feira (15/9), após dias de guerra de liminares entre Moraes, Mendonça e o ministro Flávio Dino.

Essa análise, porém, pode não ocorrer se o plenário primeiro considerar que Mendonça atuou ilegalmente ao solicitar à Polícia Federal (PF) um relatório sobre a relação do ministro com Vorcaro. A possível nulidade desse procedimento deve ser analisada antes pela Corte.

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