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Inquérito das Fake News: por que investigação causou tanta polêmica — e o que muda com a saída de Moraes da relatoria

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Moraes em pé no plenário, com olhar sério

Crédito, Reuters

Legenda da foto, Moraes (foto) foi designado como relator do inquérito por Dias Toffoli, então presidente do STF
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Tempo de leitura: 2 min

Com isso, Fachin assumirá o polêmico inquérito — salvo as ações penais já instauradas em decorrência do inquérito, que continuarão a cargo de Moraes.

Fachin pediu que, após uma análise da situação da investigação, os autos sejam encaminhados à Polícia Federal e posteriormente à Procuradoria-Geral da República, que deverá decidir pelo arquivamento ou apresentação de denúncias (um primeiro passo para a abertura de um processo judicial).

O chamado Inquérito das Fake News foi criado em 2019 de ofício — ou seja, por decisão do próprio tribunal, sem o pedido do Ministério Público — por decisão do ministro Dias Toffoli, então presidente do STF, que escolheu Moraes como relator.

O inquérito tem como fundamento uma interpretação do regimento interno do STF que possibilita a abertura de investigações de ofício quando o crime ocorre dentro do Tribunal.

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