Por décadas, luxo foi linguagem clara: ostentação visível, logotipos evidentes, sinais imediatos de status. Casas grandes, móveis ornamentados, acúmulo de objetos funcionava como comunicação de poder. Essa gramática funcionou. Mas perdeu força à medida que o perfil de quem consome luxo se transformou e mercado entendeu que exibição não é o mesmo que distinção.